ABEF e SINABEF reúnem empresas para estudarem custos dos serviços de engenharia de fundações e geote



Nos dias 19/03, 02/04 e 11/04/2019, a ABEF e o SINABEF reuniram empresas do setor de engenharia de fundação e geotecnia para avaliarem o comportamento do mercado e desenvolverem estudos de custos. A iniciativa busca atender ao ofício da Caixa Econômica Federal n. 0145/2015/GEPAD, da Gerência Nacional de Padronização e Normas Técnicas, para aprimoramento do SINAPI - Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil.


De acordo com o presidente da ABEF, engenheiro Gilberto Manzalli, seu compromisso como representante da Associação é possibilitar encontros periódicos, com o objetivo de ampliar e integrar todas as firmas do setor. “Estou convicto de que o diálogo e o contato constantes são sempre salutares para todos”, afirmou.


Os encontros possibilitaram a formação de grupos de estudos de custos específicos para cada tipo de serviço ofertado pelas empresas, considerando um custo fixo, equipamentos e máquinas, equipe e tributos, sendo o BDI formado de acordo com as regras internas de cada empresa. Além disso, estão sendo formulados apontamentos sobre preços médios praticados no mercado e faturamento mínimo.


Nas reuniões, os empresários avaliaram que as empresas de engenharia de fundações e geotecnia não devem limitar-se a oferecer tão somente a execução da obra, mas o produto como um todo, desde o projeto até os materiais necessários, sendo importante a aproximação dos consultores projetistas que compõem a ABEG, medida que deverá valorizar a qualidade dos serviços e otimização das tecnologias do setor, objetivos principais de ambas as instituições.


Durante os encontros, o presidente da ABEF também destacou a importância da Associação para que ações dessa natureza continuem acontecendo e ganhando força com a união dos envolvidos. “Naturalmente, espero que as empresas não associadas, reconhecendo nosso trabalho, entrem para a ABEF, pois aqui é o ambiente legítimo para a defesa de nossos interesses comuns”, finalizou Gilberto Manzalli.