Keller Tecnogeo apresenta novas técnicas de fundações que prometem otimização de prazos e custos

 

A Keller Tecnogeo, empresa associada da ABEF e do SINABEF, realizou o ‘Workshop Inovação: A base da sustentabilidade na geotecnia’, no auditório do Instituto de Engenharia de São Paulo, para mais de cem profissionais do setor. O gerente sênior de Projetos do Grupo Keller, Bertrand Stoehr, ministrou a palestra e apresentou modernas técnicas de otimização de custos e prazos nas obras de fundações profundas e melhorias de solo, já usadas, frequentemente, na Europa e, inicialmente, em cidades brasileiras.

 

“Quando as propriedades do solo não satisfazem as condições para a aplicação da fundação, precisamos trabalhar para reforçar esse solo e, assim, a Keller desenvolveu novas técnicas, projetou e fabricou equipamentos que facilitam esse trabalho, reduzindo custos e tempo durante a execução da obra”, explicou Bertrand Stoehr, ao apresentar o vibrador de profundidade, projetado e produzido pela Keller, que reforça o solo, elevando sua capacidade de suporte e com controle de qualidade obtido por meio do monitoramento dos níveis de vibração.

 

Ainda durante sua apresentação, Bertrand Stoehr discorreu sobre as novas tecnologias denominadas “Coluna de Rigidez Controlada (CSC) e Coluna Com Módulo Misto (CMM)”. Segundo o representante da Keller Tecnogeo, esses métodos oferecem excelentes resultados na construção de armazéns, pois possibilitam o aumento da capacidade de carga do solo e a redução de recalques absolutos/diferenciais, além  de diminuírem deformações decorrentes do tráfego local.

 

De acordo com o engenheiro Marcelo Felix, diretor da Keller Tecnogeo, que também participou da apresentação, essas técnicas ganham cada vez mais campo na engenharia de fundações, porque geram um pacote de soluções que reduzem de 40% a 50% o valor da obra, dependendo das condições do solo. “Normalmente, consegue-se uma produção média de 250 a 300 metros de hélice contínua por turno. Já com esse tipo de tecnologia, é possível produzir 1.000 metros no mesmo período. São três vezes mais!”, comparou.

 

“Essa combinação de otimizações de processos construtivos, do design, da solução como um todo, gera uma considerável economia no final do dia. Não é simplesmente trocar metros de estacas por metros de colunas em série. Sabemos que o assunto ainda precisa ser mais estudado, mas as experiências feitas até o momento permitem dizer que essas novas técnicas proporcionam benefícios compensadores”, finalizou Marcelo Felix ao encerrar o evento.

 

 

 

 

 

 

Share on Facebook
Please reload